O Atlântico iniciou a temporada com mudanças importantes no elenco, com foco no rejuvenescimento do grupo. A média de idade caiu de 29 anos, em 2025, para cerca de 25 anos, sem alteração no nível de investimento em relação à temporada passada, conforme explicou o supervisor de futsal Elton Dalla Vecchia.
A reformulação seguiu um processo semelhante ao de outros anos, mas com a necessidade clara de equilibrar melhor o perfil etário do elenco. A avaliação interna apontou que havia um número elevado de atletas acima dos 32 anos, o que exigia cuidados extras na composição da equipe. A solução foi mesclar experiência com juventude, reduzindo gradualmente a média de idade sem abrir mão das características históricas do clube.
Mesmo com o elenco mais jovem, o Atlântico manteve jogadores experientes considerados fundamentais para dar sustentação ao grupo. O mais velho é o fixo Batalha, de 37 anos, seguido por Roni (33) e Serginho (30), que formam a base de experiência ao lado dos atletas recém-chegados.
A política de contratações seguiu os critérios habituais do clube, priorizando atletas alinhados ao modelo de jogo, com responsabilidade e competitividade. A diretoria também destacou que muitos jogadores hoje consolidados chegaram ao Atlântico ainda pouco conhecidos, reforçando a confiança no processo adotado.
Outro ponto ressaltado foi a manutenção do orçamento, afastando qualquer cenário de corte financeiro. O clube segue trabalhando com uma reposição anual de receita em torno de 10%, mantendo o planejamento dentro do mesmo patamar da última temporada.
Com um calendário intenso pela frente, o Atlântico se prepara para disputar Supercopa, Copa do Brasil, Liga Nacional e competições estaduais. O grupo conta atualmente com 19 atletas, além de reforços que chegam ao longo do ano, estrutura considerada necessária para enfrentar a carga elevada de jogos.
A estreia oficial na temporada está marcada para 24 de fevereiro, quando o Galo enfrenta a Chapecoense, pela Supercopa de Futsal.

