Magnus Futsal vence o Atlântico, conquista o tetra da Supercopa e garante vaga na Libertadores 2026

O Magnus é tetracampeão da Supercopa do Brasil de Futsal. Neste sábado (28), em Erechim (RS), a equipe paulista venceu o Atlântico Erechim por 4 a 2 e assegurou o título da 10ª edição do torneio, além da vaga brasileira na Libertadores 2026. Lucas Gomes, Andrey, Rodrigo Capita e Joãozinho marcaram os gols da decisão.

Com a conquista, o Magnus disputará a Libertadores pela terceira temporada consecutiva. Após oito anos, a principal competição de clubes do continente voltará a ser realizada no Brasil, entre os dias 24 e 31 de maio, em Carlos Barbosa (RS).

Além do título coletivo, Rodrigo Capita encerrou o torneio como artilheiro, com cinco gols, e ainda alcançou a marca de 500 gols com a camisa do clube.

A final, que reeditou a decisão da Copa do Brasil, teve desfalques importantes dos dois lados. O Magnus não contou com Carlinhos, Vagner e Mendonça, suspensos, mas teve o retorno de Leandro Lino. O Atlântico entrou em quadra sem Batalha e Dudu.

O time gaúcho abriu o placar aos cinco minutos do primeiro tempo. João Vitor iniciou a jogada, Roni deu sequência e Mariano completou para as redes. O empate veio aos nove, quando Dieguinho encontrou Lucas Gomes na entrada da área para finalizar e deixar tudo igual.

A partida seguiu equilibrada, com o Magnus pressionando e parando nas defesas de Ryan, enquanto o Atlântico encontrava dificuldades na conclusão das jogadas. Aos 17 minutos, o técnico Paulinho Sananduva acionou o Vídeo Suporte pedindo pênalti em lance envolvendo André Deko e João Vitor, mas a arbitragem manteve a decisão de quadra. Já nos segundos finais da etapa inicial, novo pedido de revisão, desta vez por parte do Magnus, solicitando cartão vermelho em disputa entre João Vitor e Joãozinho. Após análise, nada foi alterado.

Na segunda etapa, o Magnus virou o jogo logo aos dois minutos. Leandro Lino puxou contra-ataque e serviu Andrey, que finalizou forte para fazer 2 a 1. Na sequência, após revisão solicitada por possível pênalti de Ryan em Leandro Lino, a arbitragem confirmou a infração. Rodrigo Capita converteu e ampliou.

O Atlântico reagiu aos seis minutos, com Serginho aproveitando rebote para diminuir. A resposta paulista veio aos dez, em jogada individual de Joãozinho, que driblou a marcação e o goleiro antes de marcar o quarto.

Nos minutos finais, o Atlântico passou a atuar com goleiro-linha em busca da reação. Aos 18, Leandro Lino foi expulso pelo segundo cartão amarelo, deixando o Magnus com um a menos. Mesmo com vantagem numérica, o time gaúcho não conseguiu transformar a pressão em gols.

Com solidez defensiva até o apito final, o Magnus confirmou a vitória por 4 a 2, levantou o troféu da Supercopa pela quarta vez e carimbou o passaporte para a Libertadores 2026.